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]]>O controle por pesticidas sintéticos tem sido obrigatório, mas desvantagens como a seleção de populações resistentes do inseto e os efeitos nocivos no ambiente e na saúde humana, motivaram a comunidade científica a desenvolver estratégias para a implementação de um sistema de manejo integrado de pragas.
Diante das dificuldades enfrentadas pelos produtores no combate a essa praga, pesquisadores da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia (Brasília, DF), Embrapa Café (Brasília, DF), Embrapa Cerrados (Planaltina, DF) e da Universidade de Brasília (UnB) disponibilizam o e-book da Série Documentos da Embrapa intitulado Bicho-mineiro (Leucoptera coffeella): uma revisão sobre o inseto e as perspectivas para o manejo da praga.
O material fornece um amplo panorama a respeito das técnicas em estudo para o controle desse inimigo da cafeicultura.
De acordo com os autores, a publicação tem como objetivo consolidar as informações disponíveis na literatura indexada, abordando aspectos da biologia, ecologia, estratégias de controle e fornecer perspectivas de manejo do inseto.
Deva Heberlê (MTb/RS 5297)
Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia
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cafe, bicho-mineiro, cafeicultura
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]]>O último relatório do Departamento de Sanidade Vegetal e Insumos Agrícolas da Secretaria de Defesa Agropecuária apontou que, em 2020, o país registrou 95 produtos de baixo impacto . “Foi o ano mais importante para o registro de biopesticidas , que são ferramentas importantes para tornar a agricultura brasileira ainda mais sustentável”, disse Bruno Breitenbach, coordenador-geral de Agrotóxicos e Afins do MAPA.
Ao todo, o país tem 411 produtos de baixo impactos registrados e disponíveis para o produtor.
Os produtos considerados de baixo impacto têm ingredientes ativos biológicos, microbiológicos, semioquimios, bioquímicos, extratos vegetais e reguladores de crescimento, podendo ser utilizados na agricultura orgânica.
Embora o surgimento de novos defensivos agrícolas tenha ganhado destaque negativo nos últimos tempos e venha colecionando críticas de personalidades e entidades que não estão ligadas ao agronegócio, a medida tem sido comemorada pelo setor.
A explicação é que: o fato de existir novos defensivos não quer dizer que o produtor sairá utilizando de maneira descriminadas e em excesso. Pelo contrário, a expectativa é que os novos princípios ativos sejam mais eficientes , necessitando de doses menores de aplicação.
Com mais opções, o produtor poderá escolher defensivos específicos para a sua necessidade. Além de minimizar os impactos negativos, a maior oferta de produtos ajuda a reduzir os custos , e isso sempre reflete na mesa do consumidor.
Fonte: IG Agronegócio
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]]>Redução de pragas e doenças
Por meio dessa prática agrícola, o cafeicultor, também poderá programar com eficiência a condução e a produção de cafeeiros em sistemas de lavouras adensadas. Dessa forma, poderá reduzir a incidência de pragas e doenças do cafezal, facilitando o seu controle, promovendo mais luminosidade e arejamento dos cafeeiros em lavouras com fechamento. Ao melhorar a arquitetura das plantas por renovação e ajuste da estrutura da copa, tem-se a redução da altura e das partes laterais das plantas, facilitando os tratos culturais e a colheita nos próximos anos. Assim, o cafeicultor terá aumento da vida útil de produção do cafeeiro com vigor e produtividade.
Diferentes técnicas de poda
De acordo com as condições do cafeeiro, os cafeicultores podem realizar,diferentes técnicas de poda ou a combinação delas, tais como o decote, o desponte, o esqueletamento e a recepa.
Tradicionalmente, esses tipos de podas são conhecidas pela maioria dos cafeicultores. No âmbito do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, já foram pesquisadas e desenvolvidas várias técnicas inovadoras sobre essa prática. Como exemplos, o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural – INCAPER e a Embrapa Rondônia desenvolveram pesquisas relacionadas à poda do Coffea arabica e Coffea canephora. A Poda Programada de Ciclo de Café Arábica, desenvolvida pelo INCAPER, tem como base tecnológica a técnica da Poda Programada de Ciclo do Café Conilon, a qual é muito utilizada pelos produtores do estado do Espírito Santo desde 2007.
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