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]]>O Terra Brasil – Programa Nacional de Crédito Fundiário (PNCF) que promove o acesso à terra a agricultores familiares por meio de linhas de financiamento, será simplificado a uma etapa única. O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, através da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo, publicou o novo regulamento que define as diretrizes de gestão e destinação destes recursos.
Para reduzir o fluxo de tramitação das propostas de financiamento as diversas etapas de controle social, antes passados pelos sindicatos, conselhos municipais e conselhos estaduais, foram transformadas na “Etapa Única de Controle Social no Município”, por meio do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável (CMDRs). De acordo com Wilson Ribeiro, editor chefe de jornalismo do Confederação Nacional de Agricultores Familiares (Conafer), a nova forma de financiamento permite que o pequeno agricultor não só tenha acesso às terras como também possa investir no seu negócio.
“Ao atrelar o financiamento para compra de terras, com investimento na produção, se estabelece um horizonte positivo para o segmento econômico da agricultura familiar. Exatamente como propõe o programa, além da terra, os recursos financiados podem ser utilizados na estruturação da propriedade e do projeto produtivo e na contratação de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) e no que for mais necessário. Logicamente é importante essa regulamentação”, detalha.
O Terra Brasil é um programa complementar à reforma agrária e está apoiado nos princípios da participação, controle social autonomia e transparência. A escolha da terra e a negociação do preço, bem como a elaboração da proposta de financiamento é de responsabilidade das famílias. Agora, todo o procedimento para contratação é feito diretamente nos estados por intermédio das Unidades Técnicas Estaduais (UTE) e ainda contam com a Rede de Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER) cadastrada para auxiliar no projeto.
O programa é composto por três linhas de financiamento com condições diferenciadas: PNCF Social, PNCF Mais e PNCF empreendedor. O enquadramento de cada uma tem relação com a renda e patrimônio das famílias, conforme explica o Diretor do Departamento de Gestão de Crédito da Secretaria de Agricultura Familiar e Cooperativismo do Mapa, Carlos Everardo de Freitas.
“Só falando da primeira linha, o PNCF social, é uma linha mais subsidiada, que tem abrangência na região Norte e em toda área da Sudene, o agricultor pode ter renda de até R$ 21.644,00, estar no CAD Único, e patrimônio de até R$ 40.000,00. Esse agricultor poderá acessar até R$ 151.510, com juros de 0,5% e bônus de adimplência de 40%”, explica.
O prazo de pagamento é de até 25 anos, com 36 meses de carência e possui condições diferenciadas de acordo com o valor financiado. A publicação garante ainda uma maior autonomia ao agricultor, que passa a poder comprovar o seu trabalho na atividade rural por meio de uma autodeclaração de elegibilidade, acompanhada de documentação probatória de experiência, renda e patrimônio.
Fonte: Brasil 61
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]]>O post Café no estado de SP bate recorde com produção 39,7% maior que a de 2019 apareceu primeiro em Exportadora de Café Guaxupé.
]]>A estimativa preliminar da safra 2019/20 para a cultura do Café no Estado de São Paulo evidenciaprodução de 370 mil toneladas (6,17 milhões de sacas de 60 kg), volume 39,7% superior ao obtido na safra anterior. Tal resultado é reflexo do aumento de 39,4% na produtividade – em decorrência da acentuada bienalidade da lavoura típica da região de Franca –, não sendo influenciado pelo ligeiro acréscimo de área produtiva (0,2%), informa a Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo, por meio do Instituto de Economia Agrícola (IEA).
No Escritório de Desenvolvimento Rural (EDR) de Franca, estimou-se colheita de 2,86 milhões de sacas de 60 kg, confirmando recorde histórico de produção nessa regional para um ciclo de alta. O parque produtivo soma 68.624 hectares, confirmando a liderança na produção cafeeira paulista. Ademais, verificou-se incremento da média de produtividade nesse EDR, que atingiu 41,9 sc. 60 kg/ha, tal patamar posiciona a regional entre as mais eficientes do mundo. No EDR de Marília, também foi constatado avanço na produção em função da melhoria da produtividade e incremento da área em produção. Nos demais EDRs relevantes na cafeicultura paulista (São João da Boa Vista e Ourinhos), observaram-se variações apenas na margem da produção e produtividade, afirmam Felipe Camargo, Carlos Fredo, Carlos Bueno, Celma Baptistella, Denise Caser, José Alberto Angelo, Maximiliano Miura, Paulo Coelho e Vagner Azarias Martins, pesquisadores do IEA.
[…]Para ler o artigo na íntegra e consultar as tabelas e informações sobre as demais culturas agrícolas acompanhadas nesse levantamento, assim como conhecer a metodologia utilizada, clique aqui.
Fonte: Secretaria de Agricultura e Abastecimento do Estado de São Paulo
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]]>O post Conab define atualização da safra de café em apenas três etapas devido ao coronavírus apareceu primeiro em Exportadora de Café Guaxupé.
]]>O cancelamento do segundo anúncio ocorreu em virtude do período de análise coincidir já com o ciclo do 3º levantamento. Desde 2001, a Conab realiza o acompanhamento da evolução do cultivo de café e divulga as informações anuais anunciadas em janeiro, maio, setembro e dezembro. “Todas as estimativas realizadas pela estatal são precedidas por levantamentos de campo, época em que os técnicos da empresa percorrem as principais regiões produtoras do país. No entanto, devido à pandemia, neste ano não pudemos realizar o 2º levantamento in loco”, ressalta o superintendente de Informações do Agronegócio da Companhia, Cleverton Santana.
Com o afrouxamento das medidas de isolamento social em algumas cidades, os dados para o 3º levantamento puderam ser coletados com algumas saídas a campo, realizadas pela Conab entre os dias 9 e 22 de agosto. A apuração dos dados ocorreu de maneira presencial nos principais estados produtores. Minas Gerais registrou a combinação de pesquisa remota com a saída de campo, devido à propagação da doença não ocorrer de forma uniforme. Dessa maneira, o prazo de coleta de informações no estado mineiro se estenderá até dia 4 de setembro.
A fim de preservar a saúde de todos os envolvidos no trabalho, a Conab segue diversos protocolos para prevenção à COVID-19. Durante as visitas os colaboradores, além de usar máscaras e portar álcool gel, devem manter uma distância segura entre os produtores. No caso da verificação do plantio da cultura dentro das lavouras, é realizada pelo técnico da estatal sem acompanhamento.
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]]>O post Redução dos juros do Funcafé vai ajudar na retomada do setor no período pós-pandemia, diz CNA apareceu primeiro em Exportadora de Café Guaxupé.
]]>A decisão está na Resolução 4.849, publicada após a aprovação do voto pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), em sua reunião mensal ordinária realizada na quinta (27), e vale para as para as linhas de custeio, estocagem, aquisição de café e capital de giro.
“Foi uma demanda amplamente discutida. Houve um consenso do setor cafeeiro de que todo esforço para reduzir os juros será importante para a cafeicultura na retomada da economia no pós-pandemia”, destacou o presidente da Comissão Nacional do Café da CNA, Breno Mesquita.
A taxa de remuneração do Funcafé é um dos componentes dos juros das linhas de financiamento do fundo, juntamente com o spread bancário. Para custeio e estocagem, os juros serão de, no máximo, 5,25% ao ano. A redução foi possível porque a taxa de remuneração do Fundo caiu de 3% para 2,25%.
Com a taxa de remuneração fixa de 2,25% para o fundo, o spread bancário, calculado pela diferença entre os juros e essa taxa de remuneração do Funcafé, será, no máximo, de 3%. Desta forma, as linhas para custeio e estocagem serão fixadas em 5,25% ao ano.
A medida era uma das principais demandas da CNA para o cafeicultor, acompanhando os movimentos de queda da taxa de juros para o crédito rural. Antes de ser aprovada pelo CMN, a decisão teve o aval do Conselho Deliberativo da Política do Café (CDPC), composto por representantes de toda a cadeia produtiva.
Esta é a segunda queda na taxa de remuneração do Funcafé em 2020. Em junho, logo após o Plano Safra, houve redução de um ponto percentual desta taxa, passando de 4% para 3% ao ano. Com a nova redução de 0,75 pontos percentuais, anunciada pelo CMN na reunião de agosto, foi possível reduzir em 1,75% a remuneração do fundo, diferença que chega efetivamente ao produtor rural e reflete em uma queda de, no mínimo, 25% em comparação com as taxas praticadas no ano passado.
Além de um teto para o spread cobrado pelos bancos, já realizado em anos anteriores, a CNA avalia que as taxas podem ser ainda menores de acordo com a classificação de risco do cliente, pois o agente financeiro pode abrir mão de parte do spread como mecanismo de redução dos juros ao cliente final.
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]]>Redução de pragas e doenças
Por meio dessa prática agrícola, o cafeicultor, também poderá programar com eficiência a condução e a produção de cafeeiros em sistemas de lavouras adensadas. Dessa forma, poderá reduzir a incidência de pragas e doenças do cafezal, facilitando o seu controle, promovendo mais luminosidade e arejamento dos cafeeiros em lavouras com fechamento. Ao melhorar a arquitetura das plantas por renovação e ajuste da estrutura da copa, tem-se a redução da altura e das partes laterais das plantas, facilitando os tratos culturais e a colheita nos próximos anos. Assim, o cafeicultor terá aumento da vida útil de produção do cafeeiro com vigor e produtividade.
Diferentes técnicas de poda
De acordo com as condições do cafeeiro, os cafeicultores podem realizar,diferentes técnicas de poda ou a combinação delas, tais como o decote, o desponte, o esqueletamento e a recepa.
Tradicionalmente, esses tipos de podas são conhecidas pela maioria dos cafeicultores. No âmbito do Consórcio Pesquisa Café, coordenado pela Embrapa Café, já foram pesquisadas e desenvolvidas várias técnicas inovadoras sobre essa prática. Como exemplos, o Instituto Capixaba de Pesquisa, Assistência Técnica e Extensão Rural – INCAPER e a Embrapa Rondônia desenvolveram pesquisas relacionadas à poda do Coffea arabica e Coffea canephora. A Poda Programada de Ciclo de Café Arábica, desenvolvida pelo INCAPER, tem como base tecnológica a técnica da Poda Programada de Ciclo do Café Conilon, a qual é muito utilizada pelos produtores do estado do Espírito Santo desde 2007.
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